A composição do espaço cibernético

Posted 5/12/2008 by caixaprego
Categories: Uncategorized

Site – ambiente na web, onde a arquitetura da informação é horizontal, ou seja, trata de assuntos específicos.

Exemplo: www.oifm.com.br (site da rádio Oi Fm)

 

Portal – conjuntos de sites dentro de um mesmo ambiente, onde a informação é vertical, ou seja, trata de vários assuntos.

Exemplo: www.g1.globo.com (portal da Globo)

 

Portal Instituicional – agregam conteúdo de empresas, instituições, ou seja tratam de assuntos variados de uma mesma produto.

Exemplo: www.mg.gov.br

 

Hot-site – possui apelo comercial e, geralmente, é temporário. Nele há ausência de menu de navegação, e seu layout é independente do site que o hospeda.

Exemplo: promoção para ganhar ingressos do show da Madonna, no Brasil: http://www.comatamtem.com.br/

 

Mini-site – possui apelo institucional e também é temporário. Seu layout também é diferente do site do qual é proveniente e o menu é reduzido.

Exemplo: Trabalhe com a Tam https://www.elancers.net/frames/tam/frame_geral.asp

Abrangência e interativdade: propostas da nova internet

Posted 3/11/2008 by caixaprego
Categories: Os caixaprego

Há dez anos você tinha uma vaga idéia do que era internet, que se resumia a e-mail, no trabalho. Pouco tempo depois foi possível, pela iniciativa dos ministérios das Telecomunicações e da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial. Antes, vídeos on-line eram apenas uma idéia; hoje, a videoconferência é acessível a qualquer um com um messenger e uma webcam.

Conforme dados divulgados pela Google Brasil, na próxima década, cerca de 70% da população humana terá acesso fixo ou móvel à Internet em velocidades cada vez mais altas, de até gigabits por segundo. A empresa pretende fazer parte de um consórcio que oferecerá Internet via satélite a 3 bilhões de pessoas em países da África e de outros mercados emergentes, como a América Latina.

Vint Cerf é visionário. O cientista acredita que, no futuro, a Internet deixará de ser apenas provedora de informação para nos servir, transformando-se num serviço de utilidade pública. Será normal os dispositivos ativados descobrirem que outros equipamentos estão próximos, pois “o software tem uma fronteira ilimitada”, finaliza.

Leia mais:

Espectador on-line

Internet leva a mudança evolutiva do ser humano 

Google manterá pesquisa de livros

Desapego virtual

Madonna: 25 anos de altos e baixos

Posted 4/09/2008 by caixaprego
Categories: Os caixaprego

No mês em que completa seus 50 anos, a cantora americana Madonna se lançará em mais uma mega turnê. As apresentações que começam na Inglaterra, no dia 23 de agosto, chegarão ao Brasil em dezembro. Atualmente, a rainha do Pop alcançou as cifras de 200 milhões de discos vendidos e acumula uma fortuna de cerca de 400 milhões de dólares. Reafirmando a solidez de sua carreira, duas novas biografias autorizadas foram lançadas em homenagem aos seus 25 anos de carreira.

Madonna: 50 anos, lançado em 2007 na Inglaterra, chega agora ao Brasil, com tradução de Inês Cardoso, pela editora Nova Fronteira. O livro escrito pela jornalista britânica, Lucy O’Brien, fã da cantora desde de 1985, conta desde a vida com os namorados até a solidão e sua busca exagerada por um corpo perfeito. A outra biografia, Life with my sister Madonna, lançada recentemente nos EUA, ainda não tem data de lançamento no Brasil. O livro foi escrito por Cristopher Ciccone, irmão da cantora, que faz relatos nada amigáveis de sua relação com a família.

Apesar da bem-sucedida vida profissional, as publicações se concentram primordialmente nos dissabores de sua vida pessoal e familiar. O excesso de exercícios, que já comprometeram sua fertilidade e a conturbada relação com Guy Ritchie, seu marido, são um dos pontos abordados por ambos os autores. No caso de Ciccone, o livro pode ser considerado como uma forma de vingança, já que o mesmo sempre viveu ofuscado por sua irmã e foi alijado de seu convívio pelas constantes brigas com Ritchie e o uso descontrolado de cocaína.  

Composição do hiper-espaço

Posted 21/08/2008 by caixaprego
Categories: João Paulo Borges

  • Site ou sítio, derivado do latim situs, significa “lugar demarcado”. São locais na internet onde se encontra informação de determinado aspecto, hierarquizada e indexada para facilitar ou direcionar a navegação. Apresenta as caracterizações comercial, institucional e informativo.
    (Exemplos: Kit.net, Superdownloads, etc)
  • Portais são conjunto de sites, assim são chamados por reunir vários assuntos e recursos da internet em um só lugar, geralmente estão relacionados a uma empresa.
    (Exemplos: Globo.com, Terra, UOL, etc)
  • Portais institucionais não necessariamente agregam conteúdo variado, mas tudo relacionado à instituição à qual está vinculado.
    (Exemplos: Jucemg, PBH, etc)
  • Hotsite e mini-site ou micro-site são pequenos sites construídos para enfatizar um tema e com data de expiração. O hotsite é voltado para fins comerciais e o mini-site para a informação.
    (Exemplos: DC 70 anos, Países, respectivamente, hotsite e minisite)

Convergência de Mídias

Posted 18/08/2008 by caixaprego
Categories: João Paulo Borges

Atualmente a internet vem avançando na construção independente de repertório midiático. O que antes era inalcansável para uma pessoa comum, como criar sua própria galeria de imagens ou exibir seus vídeos em larga escala, agora é possível graças à magia do streaming.

Inicialmente, os blogs invadiram a rede com a possíbilidade de se registrar algo em texto, ficando famoso pela alcunha de “diário virtual”, com a exceção de que qualquer um poderia lê-lo. Seguindo um pouco mais na história da grande teia, o advento da internet banda larga, quando não sofríamos mais ao carregar uma página com mais de 700kbs, os diários evoluíram e deram aos internautas a possibilidade de retratar aqueles momentos, às vezes, indescritíveis, por meio de imagens.

Imagens e texto, assim como os jornais e revistas, a internet já havia se tornado um âmbito para a proliferação dos, ainda pequenos, nixos do amadorismo, e então surgiram os podcasts. Partindo da vontade de experimentação, pequenos programas eram gravados com entrevistas ou divertidas prosas e, então, publicados na internet, até que o feito se popularizou a ponto dos grandes portais desenvolverem os audiologs para explorar esse setor.

Por fim, no ápice do “faça você mesmo”, a possibilidade de se postar vídeos caseiros. Imagens e áudio em tempo real, gravações disponíveis para todos sem limites de conteúdo, extrapolando o amadorismo e promovendo uma interação nunca antes sonhada. A internet se tornou o meio supremo de convergência midiática.

recentemente, com os sites de relacionamento, a divulgação também é facilitada. O fato de todos os sites que prestam tais serviços pertencerem a uma mesma empresa facilita a convergência. Entretanto, nem tudo são flores, infelizmente, essa monopolização é negativa e pode nos deixar à mercê de um megaportal. No futuro, todos nos renderemos à onipotência do google.

 

Em termos técnicos:

O formato de áudio mais utilizado para a internet é o mp3, por ter uma taxa de compressão muito boa sem perda de qualidade. As imagens postadas tendem a ser jpg ou giff. Jpg é a melhor compactação para internet, pois é ridículamente leve e não sofre pixealização grosseira, como o bitmap. Quanto ao giff, ainda é o melhor meio de se fazer animações em pequena escala, uma vez que nem todos têm capacidade de fazê-las em flash, o que, também, deixaria o arquivo mais pesado.

Os vídeos da internet, antes predominantemente wmv (formato do windows), passaram pelas fases de rm (real media) e mov (quicktime) devido à proteção que ofereciam ao conteúdo da mídia, mas com o youtube, o formato mais comum é o flv, vídeo para ser exibido com codficação flash no script em shockwave do site.

A despeito das aparências, o meio mais complexo de se formatar é o texto, pois os avanços permitiram que os usuários modificassem não só o que está escrito, como também todo o ambiente. Não apenas o português (no nosso caso) é utilizado, mas outras linguagens mecânicas, tais como o html e o php. Alguns sites e blogs já utilizam as linguagens mais recentes para a web como o aspex. Os comandos inseridos nessas codificações alteram desde o tamanho da fonte até a cor de fundo e posições das caixas de texto.

As inovações vão engolindo os modelos antigos e cabe a nós adaptarmos ou ser substituídos, o que, de fato, não vai demorar.

Ricardo Noblat e o jornalismo em blogs

Posted 14/08/2008 by caixaprego
Categories: João Paulo Borges

Na era digital, jornalista conta sobre a adaptação ao espaço virtual

O Auditório Phoenix da Universidade Fumec sediou, nesta segunda-feira, 11, uma entrevista com o jornalista e blogueiro Ricardo Noblat, mediada por Claudiney Ferreira e Guilherme Kujausky do Itau Cultural.

Noblat, que já trabalhou em vários veículos, se deparou com o problema da perecividade de notícias ao trabalhar para “O Dia”. Relutante, aderiu à sugestão do colega de criar um blog que, atualmente, incorporado pelo portal IG, é um importante produtor de conteúdo com 14 mil acessos diários.

O jornalista conta que a produção para web mudou seus hábitos de trabalho, extrapolando as 12 horas diárias que estava acostumado. “Blog é muito rádio, é história em tempo real” afirma e explica que a matéria prima do site é a própria internet. O jornalismo virtual ensina aos profissionais a serem mais humildes, pois é um ofício solitário e a culpa dos erros sempre recai sobre si, afinal, o nível de exposição é sempre maior.

Hoje em dia, qualquer um pode produzir conteúdo, o que não significa, necessariamente, a produção de jornalismo. Entretanto, a filtragem do que é bom ou ruim passa a ser feita pelo próprio leitor e a competência vira critério para determinar o emprego de profissionais nessa área cada vez mais ampla e competitiva. O profissional de jornalismo não é mais definido pelo diploma, mas pelo seu produto.

Não há mais utopia na mídia, devemos perder o medo de errar e assumir nossa posição de parciais enquanto podemos, assim como disse Noblat ao final da entrevista. No mundo de hoje, o que define o bom profissional são suas capacidades de adaptação.

Links: www.noblat.com.br

(Atenção leitores: a matéria acima, apesar de ser baseada na entrevista de Ricardo Noblat ao programa “Jogo de Idéias”, contém informações fictícias e foi produzida para a aula de Jornalismo Digital)

As novas tecnologias na comunicação

Posted 14/08/2008 by caixaprego
Categories: João Paulo Borges

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Contar histórias é uma necessidade inerente ao ser humano que precede a linguagem e transcende o tempo através das tradições. O avanço tecnológico e a ansiedade decorrente nos fazem procurar novos meios de saciar nossas necessidades. Primeiro a escrita, depois os livros, a prensa tipográfica e, finalmente, o ápice do arquivamento e disseminação dos acontecimentos: a mídia.

Durante muito tempo, os jornais foram os principais meios de circulação de notícias, então surgiram o rádio e a televisão, que aceleraram e aperfeiçoaram ainda mais os processos noticiários, até que a internet se popularizou e tornou-se o bicho-de-sete-cabeças do jornalismo.

Com capacidade multimídia e informações em tempo real e que não se prendem a grades de programação, a internet se tornou o meio de comunicação mais versátil e procurado por todos que não dispõem de tempo ou paciência para os antigos veículos. Entretanto, o imediatismo que o jornalismo web necessita virou pesadelo de muitos comunicólogos, uma vez que a qualidade e veracidade da informação tendem a ser prejudicadas.

A despeito das discordâncias acerca do jornalismo virtual, a cada dia surgem novas formas de contar histórias, como blogs, sites wiki, image hosting, streaming de áudio e vídeo, aperfeiçoamentos que nos impelem a uma hiper-realidade. Nessa instância, não existem barreiras entre o real e o virtual e a proximidade existe, mesmo se estivermos falando do outro lado do mundo, o sensorial é mediado pelo computador e as experiências reais passam a ser mera formalidade.

Essa substituição do real pelo virtual é danosa a um ponto de vista psicológico, pois as pessoas perdem a capacidade social e se tornam niilistas. Além disso, a memória também é prejudicada, pois as novas tecnologias substituem nossas capacidades de guardar informações.

Enquanto encaramos a visão de apocalípticos e integrados, parafraseando Umberto Eco, a única alternativa no âmbito jornalístico é se adaptar ou se extinguir.